nós não somos mais crianças; um dia acontece, a gente tem que crescer, temos que encarar a responsa.
eu não deixei de achar graça nas coisas, simplesmente hoje eu quero ser levado a sério
As coisas mudam sempre mas a vida não é só como eu espero.
domingo, 27 de abril de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
No real e o abstrato
Entre a loucura
E a lucidez
Entre o uniforme
E a nudez...
Entre o fim do mundo
E o fim do mês
Entre a verdade
E o rock inglês
Entre os outros e vocês...
Entre mortos e feridos
Entre gritos e gemidos
A mentira e a verdade
A solidão e a cidade...
Entre um copo e outro
Da mesma bebida
Entre tantos corpos
Com a mesma ferida...
Eu me sinto um estrangeiro
Passageiro de algum trem
Que não passa por aqui
Que não passa de ilusão...
Entre a minha boca e a tua
Tanto tempo
Há tantos planos
Mas eu nunca sei!
Pra onde vamos!...
domingo, 20 de abril de 2008
falling in love again
Bem, eu tô cansado
de me apaixonar
É mais uma maneira das pessoas se desentenderem
Você não pode negar isso
Eu sinto por dentro o fogo do cupido
Não dá pra esconder
Mas eu tô me apaixonando de novo
E não tem nada que eu possa fazer
Me apaixonando de novo
E dessa vez é por VOCÊ
Quando eu me apaixono é sempre igual
E eu tô cansado
De jogar esse jogo
Só acontecem despedidas
Desde que eu entreguei meu coração
Eu o mantinha trancado
Não queria que se machucasse
Então me deixe saber agora
Eu só quero ter certeza
Que você não vai me magoar
Você pode me prometer isso?
Porque eu tô me apaixonando de novo
E não tem nada que eu possa fazer
Me apaixonando de novo
E dessa vez é por VOCÊ
Quando eu me apaixono é sempre igual
E eu tô cansado
De jogar esse jogo
Você tem que me dizer se vai partir meu coração
Por que eu não quero ter essa chance
E se isso não for verdade
Não será mais do que um pobre romance
Então me de aquela promessa, pra me segurar
E eu nunca vou deixar você ir
Nós teremos alguma coisa para continuar
Ou então eu vou deixar que você fique sabendo agora
by M.A.S.
sábado, 5 de abril de 2008
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo...
Corro o lápis em torno
Da mão e me dou uma luva
E se faço chover
Com dois riscos
Tenho um guarda-chuva...
Se um pinguinho de tinta
Cai num pedacinho
Azul do papel
Num instante imagino
Uma linda gaivota
A voar no céu...
Vai voando
Contornando a imensa
Curva Norte e Sul
Vou com ela
Viajando Havaí
Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela
Branco navegando
É tanto céu e mar
Num beijo azul...
Entre as nuvens
Vem surgindo um lindo
Avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo
Com suas luzes a piscar...
Basta imaginar e ele está
Partindo, sereno e lindo
Se a gente quiser
Ele vai pousar...
Numa folha qualquer
Eu desenho um navio
De partida
Com alguns bons amigos
Bebendo de bem com a vida...
De uma América a outra
Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo...
Um menino caminha
E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está...
E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar...
Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfim
Descolorirá...
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
(Que descolorirá!)
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
(Que descolorirá!)
Giro um simples compasso
Num círculo eu faço
O mundo
(Que descolorirá!)...
